Passagem de comando do Batalhão de Polícia Ambiental da PMMA

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O coronel PM Alexandre Francisco dos Santos assumiu na manhã desta terça-feira  (20), o comando do Batalhão de Polícia Ambiental – BPA. O oficial deixou o comando do 13º BPM da corporação e substituirá a tenente coronel PM Edilene Soares da Silva que estava no comando do Batalhão Ambiental há pouco mais e um ano.

A solenidade militar aconteceu na sede do BPA no Parque Estadual do Bacanga, Vila dos Frades, Coroadinho e contou com a presença do Secretário de Segurança do Estado, Jeferson Portela; o Comandante Geral da PMMA, coronel Frederico Pereira; o Subcomandante Geral da PMMA, coronel Luongo; o Secretário de Estado de Meio Ambiente, Marcelo Carvalho; o comandante do CPE, coronel Edeilson; o Delegado Armando representando o Delegado Geral da capital; o Comandante do 24º BIS, tenente coronel Marcus Vinícius. Prestigiaram também o evento, representantes das secretarias estaduais e municipais do meio ambiente, representantes de empresas e lideranças da área de proteção e preservação ambiental, autoridades das Forças Armadas, oficiais e praças da PMMA.

Em sua fala de despedida a tenente coronel Edilene apontou os avanços obtidos na sua gestão como as operações desencadeadas em parceria com órgão do estado e federal, enfatizou o papel social desenvolvido participando de projetos e ações sociais.
 
Já o Comandante Geral da PMMA, coronel Frederico Pereira destacou o importante trabalho desempenhado pela tenente coronel Edilene durante o período que esteve no comando do batalhão e parabenizou o novo comandante do BPA coronel Alexandre, desejando sucesso neste novo desafio em sua carreira militar.

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O Batalhão de Polícia Ambiental executa ações de policiamento ostensivo florestal, lacustre, fluvial e de mananciais em todo o Estado do Maranhão. Atua de forma integrada com os demais órgãos ambientais, colaborando na fiscalização das florestas, rios, estuários e em tudo que for relacionado com o meio ambiente, combatendo os prejuízos nas reservas naturais, da defluência de proliferação de ações criminosas, sobretudo no que concerne a exploração dos recursos florestais e faunísticos, destruição dos santuários ecológicos, dos manguezais bem como a pesca predatória, a poluição, assoreamento dos rios e uso indiscriminado de agrotóxicos.