Policiais do CPAM II apreendem mais de 300 tabletes de maconha prensada

destDepois de 48h de campana, policiais militares do Serviço de Inteligência do Comando de Policiamento de Área Metropolitano II (CPAM II), sob o comando do coronel Raimundo Nonato Sá, apreenderam, no início da manhã desta terça-feira (09 de setembro), próximo ao porto de Mocajituba, em Paço do Lumiar, trezentos e quinze tabletes de maconha prensada, o que dá, aproximadamente, trezentos quilos da droga. Uma pessoa foi presa, um veículo Suzuki, com placa fria, e uma balança de precisão também foram apreendidos.

Os policiais do SI haviam recebido informações da Secretaria de Segurança Pública sobre um carregamento de aproximadamente meia tonelada de maconha que chegaria à capital maranhense. A informação foi confirmada depois que os PMs verificaram no celular de um traficante uma mensagem sobre o tal carregamento. O SI se mobilizou para localizar a droga e prender os traficantes.

Os PMs descobriram a casa onde estaria guardada o carregamento de maconha, que estava sendo vigiada pelo José de Sousa Macedo, de 58 anos, preso no local. O dono da casa e da droga, Jonas de Jesus Costa de Sousa, 46 anos, fugiu ao perceber a movimentação policial, abandonando, ainda, suas duas filhas menores de idade. A casa onde estava guardada a maconha, segundo os policiais, era usada somente para o ilícito. José Macedo, que foi preso, é sogro do Jonas.

Ainda segundo os PMs do SI, a droga veio do Goiás e do Mato Grosso em um caminhão, que descarregou há cerca de, no máximo, duas semanas. José Macedo disse aos policiais que não sabia da droga. Questionado sobre os diversos volumes que estavam em caixas de papelão e malas de viagem, José disse que “pensava que eram lajotas”. No local, os policiais encontraram, ainda, um veículo Suzuki, com placa fria.

“Trabalhamos muito para localizar essa droga. Passamos a noite em claro para obtermos sucesso nessa missão (…) a droga era tanta que sentimos o odor dela da porta da residência”, disse um dos policiais do SI do CPAM II. O caso foi registrado na Superintendência Estadual de Investigações Criminais (SEIC), no bairro de Fátima, em São Luís.

Fonte: Seção de Comunicação Social da PMMA.