Capitã da PMMA integrará equipe em Missão de Paz na África

1Uma oficial da PMMA está entre as duas militares do Brasil que farão parte da equipe que atuará no grupo de ajuda humanitária na Missão de paz das Nações Unidas no Sudão do Sul, na África. A capitã PM Emmy Galany Pereira Coelho foi selecionada juntamente com a tenente-coronel Mascarenhas, da PM de Goiás, após um rigoroso processo conduzido pelo Ministério da Defesa. Atualmente, não existem brasileiros trabalhando nessa Missão.

Segundo a capitã Emmy, o processo seletivo teve início em 2014, com um treinamento na cidade de Manaus, onde foram abordadas disciplinas como  inglês, informática, tiro e direção em veículos traçados (veículos próprios para a região com terrenos irregulares e acidentados).
Após a primeira etapa do curso, foi realizado um estágio no Centro Conjunto de Operações de Paz no Brasil (CCOPAB), que contou com treinos (teóricos e práticos) ministrados por instrutores brasileiros e estrangeiros. Nessa etapa, os militares foram submetidos a situações semelhantes que poderão ser encontradas nas missões de paz. 
Antes de ir para o Sudão do Sul, a oficial passará por mais uma série de treinamentos em Uganda.
A capitã Emmy foi recebida na manhã de terça-feira (13), no gabinete do comandante geral pelo comandante geral, coronel Frederico Pereira, que parabenizou e destacou as qualidades da oficial.
“A capitã Emmy tem qualidades que a fazem merecedora dessa vitória em sua vida profissional. Temos certeza que a nossa PMMA e o Brasil estarão bem representados nessa grandiosa missão”. Ressaltou o comandante.

 “Aguardava com muita expectativa os resultados de nossa seleção e treinamento. Foram várias etapas vencidas e, agora, chegou o momento de colocar em prática e poder ajudar pessoas e um país em dificuldades”. Disse a capitã da PM.
 O diretor de ensino da corporação, coronel Roberto, informou que já está sendo elaborado um novo Processo Seletivo para Policiais Militares para Missão de Paz da ONU/2017.

Sudão do Sul, quatro anos de existência e problemas humanitários

 

Os primeiros passos do mais novo país do mundo não têm sido fáceis. Desde sua independência, em 2011, o país, que tem um dos piores índices de qualidade de vida do mundo, já passou por dois conflitos que limitaram consideravelmente sua capacidade de desenvolvimento econômico. Em 2012, disputas pelos lucros petrolíferos com o Sudão levaram o Sudão do Sul a interromper a produção durante todo esse ano, levando a graves crises econômicas em ambos os países.

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